sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Poder em Jogo

  
             A cidade está em polvorosa com a adesão de Valdinar Lima a candidatura de Carleusa Santos. A noticia é bastante alvissareira e merece muita comemoração por parte das oposições, pois ele foi uma das molas propulsoras da candidatura e a consequente eleição de Edson Carvalho em 2008.    
          Valdinar Lima que ao não ver reconhecido o seu trabalho, demonstrou em mais de uma oportunidade não estar satisfeito com a sua situação dentro do partido e da administração. Mas mesmo assim não houve em nenhum momento uma atitude em que procurassem sanar esta insatisfação. Muito pelo contrário, mesmo estando numa situação desconfortável, vinha sentindo em muitos momentos um certo repúdio a sua postura, como se ele tivesse obrigação de continuar na mesma posição e não pudesse nem questionar.  
          Depois das adesões dos vereadores Nego de Seu Joaquim e Alex. A decisão de Valdinar Lima deixa o quadro político momentaneamente muito favorável às oposições. E vem tomando um rumo que dificilmente o grupo que esta no poder municipal poderá contornar.
          Sabemos que Édson e Luis José têm estruturas muito grandes, além de ocuparem o poder municipal. São poderosos economicamente e contam com uma grande estrutura na área médica. Mas esta perda é muito grande e será necessário um esforço grande para conseguir reestruturar a coligação vitoriosa das eleições passadas.



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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Bastidores do Poder - Por Josias de Souza(Folha SP)

Dilma posa de faxineira, mas foi quem nomeou o lixo.
         
     Setembro de 2010. Véspera do primeiro turno da eleição presidencial. Num debate televisivo, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) investiu contra Dilma Rousseff (PT).
Plínio esfregou na face de Dilma o escândalo Erenice Guerra. “A corrupção bateu na sala ao lado”, fustigou. “De duas, uma: ou você é conivente ou é incompetente.”
O presidenciável do PSOL foi à jugular: “Você vai ter que escolher muita gente. Tem competência para escolher ou vai escolher outras Erenices?”
Decorridos dez meses e meio, o governo de Dilma Rousseff revelou-se uma usina de Erenices. Foram ao olho da rua seis ministros. Cinco por suspeita de corrupção.
Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Orlando Silva, Pedro Novais... A sexta encrenca, Carlos Lupi, agoniza nas manchetes à espera da guilhotina.
Dilma crispa o cenho. Faz boca de nojo. Chama os trambiqueiros ao gabinete. Arma um banzé-de-cuia que arranca aplausos da classe média incauta.
A história do Brasil ensina: ninguém paga pelo que foi, fez e falou. O pedaço da imprensa que alisa Dilma, apelidando-a de faxineira, segue a tradição.
Dilma não é inocente, eis o que se deseja realçar. Foi ela quem nomeou o lixo. Com uma agravante: sabia o que estava fazendo. Ou deveria saber.
Excetuando-se o octagenário Pedro Novais, um velho problema novo, todos os demais ministros pilhados no contrapé vieram da gestão Lula.
Cabe perguntar: o que fazia Dilma no governo de seu patrono? Era a chefona da Casa Civil, a gerentona geral, a coordenadora de tudo...
Pela mesa da ministra toda-poderosa de Lula passavam as iniciativas e programas de governo com alguma relevância. Coordenava, reunia, espinafrava, fazia e acontecia.
Pois bem. Por que diabos Dilma permitiu que o lixo conhecido deslizasse tão suavemente para dentro da gestão dela?  Por que não reciclou o continuísmo?
A frase do Plínio-2010, por premonitória, ainda ecoa: “De duas, uma: ou você é conivente ou é incompetente.”
O petismo gosta de reclamar da mídia. Deveria agradecer de joelhos. Se a imprensa não fosse tão compreensiva, perguntaria diariamente: cumplicidade ou inépcia?
Parafraseando Plínio: ou Dilma estava deliberadamente enganando o país quando converteu monturo em ministério ou estava sendo enganada.
Em qualquer hipótese, o caso seria gravíssimo. Em outro país, claro, não no Brasil.
No embate televisivo com Plínio, Dilma realçara: o importante era investigar os desvios e punir os responsáveis.
Referindo-se ao caso de Erenice, a ex-braço direito que virou ministra por sua indicação, Dilma dissera o seguinte:
“Eu queria te assegurar, Plínio, sem sombra de dúvidas: se eu for eleita,  assumir a Presidência da República, e o governo não concluir [o caso], eu irei investigá-lo até o fim.”
Faltam 43 dias para o aniversário de um ano da gestão Dilma. O escândanlo Erenice sobrevive como caso inconcluso. E Dilma não moveu uma palha. Está atarantada com outras "Erenices."
Ah, que país maravilhoso seria o Brasil se o brasileiro perdesse a mania de deixar tudo pra lá e passasse cobrar pelos atos praticados e as posições defendidas por seus poderosos!


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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Colírio

Combinaçao perfeita entre beleza e maturidade. 
Tem se revelado uma figura humana incrivel, pelas manifestaçoes de incentivo e pelo grande apoio que tem nos dado na estruturaçao do blog.

Rosa Maria, residente em BSB-DF, grande incentivadora do blog.



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terça-feira, 15 de novembro de 2011

In(Segurança)


Todos sabem da índole pacifica e ordeira do povo de Francisco Santos. Mas, a ausência total dos poderes constituídos, tem permitido que grandes crimes, verdadeiras barbaridades venham ocorrendo no seio de uma comunidade tão hostil a violência.
Ausência do poder publico municipal que e o responsável direto por zelar pelo bem da sociedade como um todo; do governo estadual que é também responsável e superior hierárquico da policia militar, portanto, com autonomia suficiente para definir a lotação de seus policiais, independendo da vontade, mas da necessidade de cada comunidade. E da sociedade de modo geral, que a despeito do seu espírito pacifico, se comporta na maioria das vezes, de forma omissa. Deixando em muitos momentos de tomar posições em prol da sociedade, para se posicionar na maioria das vezes, de forma individualizada, não importando os efeitos maléficos que tais posturas causam a sociedade como um todo.


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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Politica Nacional



Couro duro – MERVAL PEREIRA


Bastou o ex-presidente Lula recomendar que os ministros acusados de corrupção tivessem "couro duro" e resistissem às denúncias antes de jogarem a toalha, para que os últimos envolvidos em escândalos ensaiassem uma resistência patética. O ex-ministro do Esporte Orlando Silva esperneou muito antes de pedir para sair, e o máximo que conseguiu foi um enterro de primeira classe, com direito a salva de palmas e a declarações estranhíssimas da própria presidente, que afirmou que não perdera a confiança nele, mas, no entanto, abria mão de sua preciosa colaboração não se sabe bem por quê.

Já o ainda ministro do Trabalho, Carlos Lupi, deixou-se levar pelo entusiasmo e piorou sua situação ao anunciar que só sairia do ministério "abatido à bala".

Tal resistência é um tanto exagerada e, mesmo como metáfora, seria mais produtiva para seus interesses se Lupi ameaçasse fazer um haraquiri em defesa de sua honra, em vez de ver alguém interessado em abatê-lo a tiros.

A provável saída do sexto ministro envolvido em denúncias de corrupção traz novamente à tona a responsabilidade do ex-presidente Lula, que foi o fiador de todos eles.

Tanta coincidência não é apenas constrangedora para a presidente Dilma como indica que há um método nessa divisão de feudos no governo, que obedece a uma distribuição de poder que Lula aprofundou com sua leniência e a presidente aceitou continuar, se não por comungar dos mesmos propósitos, por falta de força política para renegar, nunca por desconhecimento.

Chefe da Casa Civil durante a maior parte dos dois mandatos de Lula, beneficiária na sua eleição do apoio da coligação partidária que está representada em seu Ministério, a presidente Dilma conhecia a fundo cada um desses personagens e já tivera com o ministro do Trabalho um desentendimento que quase gerou a sua saída do ministério.

Na primeira discussão sobre o salário mínimo, Lupi, confirmado no cargo, passou a defender um montante maior do que a equipe econômica do novo governo havia estabelecido.

Criou um ambiente propício à dissidência de seu partido na votação em plenário, e, quando pressionado pelo Planalto, voltou atrás, não teve como controlar a bancada, e alguns deputados votaram por um mínimo maior.

Lupi foi colocado na geladeira e passou algumas reuniões de líderes partidários sem ser chamado.

Ele também já teve que enfrentar o Conselho de Ética do governo, na gestão Lula, quando foi identificado um conflito de interesses no acúmulo da função de ministro com a de presidente do PDT.

Ele resistiu até o ponto de colocar em xeque a própria existência do Conselho, e acabou tendo que ceder. Mas achou uma saída bem brasileira para o caso: continua informalmente à frente do PDT, mas sem ser seu presidente oficial, uma solução que preservou as aparências. O Conselho continuou a existir, embora claramente esvaziado, e o ministro do Trabalho continuou dando as cartas em seu partido.

A presidente Dilma está se aproveitando da situação para se livrar de todos os ministros que lhe foram impostos por Lula, demonstrando uma habilidade insuspeitada.

Passa à opinião pública a imagem de que prossegue na sua faxina ética, de que é menos conivente do que Lula com os "malfeitos" e, ao mesmo tempo, consegue não se atritar nem com o seu mentor político nem com as legendas que compõem sua base partidária, pois tem mantido rigorosamente inalterado o acordo que reserva para cada partido um feudo ministerial.

Cada ministro foi substituído por outro do mesmo partido, preservando o equilíbrio de forças na divisão ministerial.

O que já está ficando evidente, no entanto, é que ela não é tão avessa assim a esse tipo de jogo político, apenas tem um couro menos duro que o de Lula, ou se incomoda mais com as aparências.

Basta lembrar que Erenice Guerra, a pessoa de sua confiança que a substituiu na Casa Civil quando saiu para se candidatar, foi apanhada em "malfeitos", teve que ser substituída às pressas para não contaminar a candidatura, mas estava à vontade na cerimônia de posse de Dilma, meses depois, sem que nada tivesse acontecido de concreto a respeito do tráfico de influência que ela exercia no governo com seus parentes.

No caso atual do ministro do Trabalho, foi revelado que há três meses ele fora advertido de que havia irregularidades em seu território, o que mostra que os serviços de inteligência e fiscalização do governo encaminham informações ao Palácio do Planalto, que, no entanto, não age preventivamente, mas somente quando a imprensa descobre os "malfeitos".

A Polícia Federal já investiga os convênios do Ministério do Trabalho com ONGs há muito tempo.

A presidente claramente utiliza-se de uma tática para não brigar nem com os partidos aliados e muito menos com o ex-presidente Lula.

Há quem insinue que são os próprios aliados do Palácio do Planalto que vazam as denúncias para criar o clima político propício às demissões.

O fato é que a presidente Dilma não tem força política para brigar com Lula, nem com o PT, e está buscando uma forma de conviver com suas próprias contradições.

Tudo indica que ela não tem dificuldades de conviver com ministros corruptos, mas sim com ministros corruptos que são descobertos.

Essa derrubada em série de ministros - mesmo que Lupi ainda não tenha caído - indica que há algo de muito podre na formação dessa aliança governista no Congresso.

É uma evidência de que as relações políticas se baseiam em esquemas que frequentemente correm à margem das leis, e tirando os ministros, mas mantendo o mesmo esquema de poder nos feudos ministeriais, estamos caminhando para o enraizamento de um sistema político-partidário nefasto para a democracia brasileira.




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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Utilidade Pública


DESPACHO DE UM JUIZ DE DIREITO



      Este é dos bons





                              DESPACHO INUSITADO DE UM JUIZ EM UMA SENTENÇA JUDICIAL ENVOLVENDO 2 POBRES COITADOS QUE FURTARAM 2 MELANCIAS. 






                              DESPACHO POUCO COMUM


                                                 A Escola Nacional de Magistratura incluiu em seu banco de sentenças, o despacho pouco comum do juiz Rafael Gonçalves de Paula, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Palmas, em Tocantins. A entidade considerou de bom senso a decisão de seu associado, mandando soltar Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, detidos sob acusação de furtarem duas melancias:




                              DESPACHO JUDICIAL.
                              DECISÃO PROFERIDA PELO JUIZ RAFAEL GONÇALVES DE PAULA
                              NOS AUTOS DO PROC Nº. 124/03 - 3ª Vara Criminal da Comarca de Palmas/TO:





                                                 DECISÃO
                                                 Trata-se de auto de prisão em flagrante de Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, que foram detidos em virtude do suposto furto de duas (2) melancias. Instado a se manifestar, o Sr. Promotor de Justiça opinou pela manutenção dos indiciados na prisão.
                                                 Para conceder a liberdade aos indiciados, eu poderia invocar inúmeros fundamentos: os ensinamentos de Jesus Cristo, Buda e Ghandi, o Direito Natural, o princípio da insignificância ou bagatela, o princípio da intervenção mínima, os princípios do chamado Direito alternativo, o furto famélico, a injustiça da prisão de um lavrador e de um auxiliar de serviços gerais em contraposição à liberdade dos engravatados e dos políticos do mensalão deste governo, que sonegam milhões dos cofres públicos, o risco de se colocar os indiciados na Universidade do Crime (o sistema penitenciário nacional)...
                                                 Poderia sustentar que duas melancias não enriquecem nem empobrecem ninguém.  Poderia aproveitar para fazer um discurso contra a situação econômica brasileira, que mantém 95% da população sobrevivendo com o mínimo necessário apesar da promessa desta presidenta que muito fala, nada sabe e pouco faz.
                                                 Poderia brandir minha ira contra os neo-liberais, o consenso de Washington, a cartilha demagógica da esquerda, autopia do socialismo, a colonização européia....

                                                 Poderia dizer que George Bush joga bilhões de dólares em bombas na cabeça dos iraquianos, enquanto bilhões de seres humanos passam fome pela Terra - e aí, cadê a Justiça nesse mundo?
                                                 Poderia mesmo admitir minha mediocridade por não saber argumentar diante de tamanha obviedade.
                                                 Tantas são as possibilidades que ousarei agir em total desprezo às normas técnicas: não vou apontar nenhum desses fundamentos como razão de decidir.
                                                 Simplesmente mandarei soltar os indiciados. Quem quiser que escolha o motivo.


                                                 Expeçam-se os alvarás.
                                                 Intimem-se.



                                                             Rafael Gonçalves de Paula
                                                                      Juiz de Direito



                              Enviem para Juizes, promotores, advogados, estudantes de direito e outros cursos. Essa sentença é uma aula, mais que isso; é uma liçãode vida, um ensinamento para todos os momentos.

                              Ele com certeza desabafou por todos nós!



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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Concessionárias

E impressionante a falta de compromisso das prestadoras de serviços, entre elas, se destacam a Oi e a Eletrobrás. Cobram tarifas exorbitantes e prestam um péssimo serviço. 
No caso da Oi  é um verdadeiro absurdo o que é cobrado pelos serviços de internet aqui na cidade, em alguns casos, chega a R$ 120,00 o preço médio do serviço, o que é uma exorbitância, mas temos que aceitar, simplesmente porque não temos alternativa. Precisamos do serviço e não podemos abrir mão, pelo menos, por enquanto.
O caso da Eletrobrás e muito mais grave, além de prestar um péssimo serviço, não dando assistência devida aos consumidores, a rede elétrica não tem manutenção. Há uma constante queda de energia, uma coisa irritante, pois ocorre quase que diariamente, fazendo com que tenhamos muitos prejuízos. Na ocorrência de queima de eletrodomésticos, simplesmente, fica-se com o prejuízo. Pois o processo para reembolso e desanimador, os próprios técnicos a serviço da Eletrobrás na hora da inspeção já colocam um sem numero de empecilhos.
Não foi a toa que o grande humorista piauiense João Cláudio Moreno, demonstrando elevado espírito publico se negou a protagonizar uma propaganda da Eletrobras-PI, pois reconheceu nela uma empresa que presta péssimos serviços.




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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dois Meses


Pessoal, hoje o nosso blog completa dois meses de existência. Tem sido uma satisfação muito grande conduzir este espaço que embora esteja no começo já conta com números significativos.
Afinal são 4.000 acessos, 48 postagens, praticamente uma por dia, 44 comentários e um grande numero de pessoas que tem manifestado o seu apoio via e-mail, também através dos sites de relacionamento, como o facebook e orkut.
Esperamos continuar contando com o apoio de todos vocês, prometemos dar o melhor de nos, respeitando os limites e tentando atender aos anseios daqueles que nos acessam.
Obrigado a todos que nos seguem, aos comentaristas, aos colaboradores e aos que simplesmente acessam o nosso blog. Obrigado também pelas muitas palavras de apoio que temos recebido no dia a dia, no bate papo informal.
Continuem nos prestigiando, colaborando nas postagens, fazendo seus comentários, seguindo o blog. Afinal, vocês são a razão da existência do blog.




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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Colírio

Iohana Sales


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Protagonismo


    Quem avaliasse o quadro político em Francisco Santos há um ano, veria em Tatá uma liderança em ascensão, principalmente pela reeleição do governador Wilson Martins, seu mentor político e amigo particular. Mas, ele não soube capitalizar os dividendos políticos que adviria desta relação estreita. Desenhou um quadro imaginário onde ele seria o fiel da balança, mas não se colocou como tal.
    Tentou formalizar uma aliança com o grupo de Édson e Luis José, excluindo assim, o atual vice-prefeito da chapa majoritária e ocupando ele mesmo este espaço. Mas, faltou o principal, convencer o Dr. Luis José a abrir mão de sua candidatura a vice-prefeito, renunciando assim a todo o seu projeto politico.
    Todo esse movimemento teve como consequencia o recrudescimento de forma robusta da candidatura da ex-prefeita Carleusa Santos. Pois, com a insistência em compor com a situação, jogou no colo das oposições postulantes a cargos majoritários, como o atual presidente do poder legislativo, Nego de Seu Joaquim, ex-PTB, atual PSD. Que a principio pleiteou a candidatura de vice-prefeito pelas oposições, mas depois de todos os movimentos executados ficou impossibilitado de voltar a se recompor com o seu antigo grupo. E hoje é um componente da coligação oposicionista, que embora aparentemente reforce a chapa Carleusa/Tatá, enfraquece sobremaneira Tatá e o torna um aliado com bem menos poder de barganha. 


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